V/A - Um Século do Violão Brasileiro (2CDs + livreto usado)

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Cia Vale do Rio Doce S/Nº BR(P) 2001, Livreto , Capa dura, 56 páginas, sobrecapa de papelão, CD duplo NM/NM
Música do Brasil, Erudito, Samba, Choro, Bossa Nova.

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    Termos e Condições
    Garantia de devolução do dinheiro em 30 dias
    Envio: 2-3 Dias Úteis

    "A Obra de João Pernambuco, Heitor Villa-Lobos, Garoto e Baden Powell." Foi um projeto institucional de distribuição controlada idealizado pela Vale e coordenado por Henrique Cazes

    O CD "Um Século do Violão Brasileiro" é um registro fonográfico lançado em 2001 que contou com a direção artística e musical do instrumentista e produtor Henrique Cazes e a participação de músicos como o violonista Marcello Gonçalves. O projeto mapeia e celebra a história e a evolução do violão do Brasil ao longo de cem anos, reunindo importantes nomes do instrumental brasileiro em gravações de referência.

    A proposta curatorial do repertório é mapear a evolução cronológica e estilística do instrumento através de marcos fundamentais da nossa música popular e de concerto.

    Os Pilares do Repertório :
    "A Era dos Pioneiros": Peças que mostram a transição da viola para o violão e a fixação do choro. Um dos grandes destaques registrados no disco é o clássico choro "Dengoso", de João Pernambuco, interpretado com foco na linguagem do violão de 7 cordas solista. Peças de Quincas Laranjeiras e Américo Jacomino (Canhoto) também servem de base para essa fase inicial.

    "A Consolidação da Escrita Violonística": Obras que elevaram o violão brasileiro ao nível de concerto mundial, passando obrigatoriamente pela genialidade e sofisticação de Aníbal Augusto Sardinha (Garoto) e pelas composições nacionalistas de Heitor Villa-Lobos.

    "A Modernidade e a Bossa Nova": Arranjos que mostram a revolução da batida e da harmonia do violão a partir do fim da década de 1950, incluindo a influência de João Gilberto e as composições de Baden Powell.

    "A Geração dos Mestres Contemporâneos": O panorama se estende até o final do século XX para contemplar a riqueza técnica e a diversidade regional impressa por nomes como Raphael Rabello, Egberto Gismonti e Marco Pereira.Os arranjos e a direção musical de Henrique Cazes amarram essas diferentes épocas, utilizando tanto o violão solo quanto formações regionais para ilustrar como o violão se tornou a própria alma da música brasileira.